Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2020

Aulas Presenciais: Aulas nas escolas particulares podem voltar já em junho, diz prefeito

AULAS PRESENCIAIS

Aulas nas escolas particulares podem voltar já em junho, diz prefeito

Discussão vem acontecendo há semana e retorno pode estar próximo
25/05/2020 15:47 – Fábio Oruê


Escolas particulares de Campo Grande têm discutido a possibilidade do retorno há algumas semanas e nesta segunda-feira (25) o prefeito Marcos Trad (PSD) disse que o planejado é que elas sejam retomadas já no próximo mês. Até o momento 133 instituições de ensino privadas da Capital e do interior de Mato Grosso do Sul aderiram ao acordo de desconto nas mensalidades por conta das suspensão das aulas presenciais. 

“Nós fomos até o Ministério Público e há sim um planejamento para o mês de junho, mas não se sabe a data correta ainda”, contou Trad durante transmissão ao vivo. Segundo ele, o retorno das aulas presenciais é principalmente um pedido dos pais de alunos, que com a retomada do trabalho presencial, não tem onde deixar os filhos. 

Por isso, há algumas semanas, a prefeitura tem se reunido com representantes das escolas particulares, Ministério Público e órgãos de saúde para planejar o retorno das aulas, seguindo as recomendações de distanciamento e higiene dos locais. 

Para Trad essas escolas possuem algumas características que facilitam o retorno delas as atividades presenciais. “Apenas as escolas que atendem as séries iniciais, de 6 meses a 7 anos, e que sejam pequenos e com turmas de poucos alunos. Tem casos de salas com cinco, seis alunos”, havia explicado ao Correio do Estado.

Paralelo ao retorno, os pais também pediram que a revisão das mensalidades já que presencialidade está suspensa desde 24 de março. A Defensoria Pública e a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon) do Estado e do município propuseram um termo de compromisso que prevê desconto de 10% a 25% nas mensalidades de escolas particulares e já teve a adesão de 133 instituições – das 296 cadastradas no Conselho Estadual de Educação – até esta segunda-feira. A escola que não aceitar o acordo responderá via ação judicial.

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